quarta-feira, 8 de junho de 2016

Coadjuvante ou Não fui eu, foi meu Eu Lírico.

Sou uma casa com muitas
portas
muitas delas abertas

outras tantas trancadas
Dentro de mim uma farra
Luzes apagadas

Do cio ao ócio
Do erro ao desespero
Um equívoco de mim?

Mas, sou eu quem espera...
Aquele sorriso aberto,
Mulher ou fêmea?

Ah, mas se ela me abraçasse...
Meu corpo todo seria brasa
Me abriria inteira
Como se tivesse asa

Mas, ela é aquariana
e como anda séria...
Revoluções... e aquela dor
Depurada...

Pobre de mim que espera
Nesta vida caminhar
Sempre tão apaixonada.

Questionamentos sem fim...
E quem espera por mim?
Ciclos, menstruações...

Nascimentos, mortes
regressos, concessões...

E chega desta poesia rimada
Eu quero mesmo avançar para
um novo começo: Renovada.

Danieli de Castro 

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu espero