sábado, 28 de fevereiro de 2015
" Your flirt finds me out"
Marcadores:
D. C,
Imagética,
Literatura,
Música
Anima
De todos os caminhos
Encontrou o do meio
Começou pelas mãos
Me acertou em cheio...
Da temperatura ao olhar
Cada palavra uma forma de amar...
Um toque e um transe
Uma noite inteira, um retorno
e
Uma paixão
Adeus, bela Serenidade
Naufraguei no mar
da Sensibilidade.
Encontrou o do meio
Começou pelas mãos
Me acertou em cheio...
Da temperatura ao olhar
Cada palavra uma forma de amar...
Um toque e um transe
Uma noite inteira, um retorno
e
Uma paixão
Adeus, bela Serenidade
Naufraguei no mar
da Sensibilidade.
Danieli de Castro
Marcadores:
D. C,
Literatura
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Pois é - Los Hermanos
Pois é, não deu
Deixa assim como está, sereno
Pois é de Deus tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até onde o destino não previu
Sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Deixa assim como está, sereno
Pois é de Deus tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até onde o destino não previu
Sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Marcadores:
Música
Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.
Carlos Drummond de Andrade
Marcadores:
Literatura
A insustentável leveza do ser
Marcadores:
Cinema,
Imagética,
Literatura
Animus
" Ele a olhou e pensou que era bonita e que seria duro abandoná-la. Mas o mundo, do outro lado da janela, era mais lindo ainda. E, se por aquele mundo abandonasse uma mulher amada, ele lhe seria ainda mais caro. Do preço do seu amor traído.
- Você é linda - disse ele - , mas preciso traí-la.
Desvencilhou-se do seu abraço e avançou na direção da janela. "
- Você é linda - disse ele - , mas preciso traí-la.
Desvencilhou-se do seu abraço e avançou na direção da janela. "
Milan Kundera
in: A vida está em outro lugar
Marcadores:
Literatura
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Borbulhas de amor - Fagner
Tenho um coração
Dividido entre a esperança e a razão
Tenho um coração
Bem melhor que não tivera
Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti
Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti
Canta, coração
Que esta alma necessita de ilusão
Sonha, coração
Não te enchas de amargura
Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti
Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti
Uma noite
Para unirmos até o fim
Cara a cara, beijo a beijo
E viver para sempre
Dentro de ti
Dividido entre a esperança e a razão
Tenho um coração
Bem melhor que não tivera
Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti
Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti
Canta, coração
Que esta alma necessita de ilusão
Sonha, coração
Não te enchas de amargura
Esse coração
Não consegue se conter ao ouvir tua voz
Pobre coração
Sempre escravo da ternura
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido aquário mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti
Um peixe
Para enfeitar de corais tua cintura
Fazer silhuetas de amor à luz da lua
Saciar esta loucura
Dentro de ti
Uma noite
Para unirmos até o fim
Cara a cara, beijo a beijo
E viver para sempre
Dentro de ti
Marcadores:
Música
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)

