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| Café Muller- Pina Baush |
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Esperando aviões - Vander Lee
Meus olhos te viram triste
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito
Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou pista vazia esperando aviões
Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito
Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou pista vazia esperando aviões
Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações
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Música
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Tigresa - Caetano Veloso
Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel
Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta, sem certeza, tudo o que viveu
Que gostava de política em 1966
E hoje dança no Frenetic Dancing Days
Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair
Com alguns homens foi feliz, com outros foi mulher
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor
E espalhado muito prazer e muita dor
Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar
Porque ela vai ser o que quis, inventando um lugar
Onde a gente e a natureza feliz vivam sempre em comunhão
E a tigresa possa mais do que o leão
As garras da felina me marcaram o coração
Mas as besteiras de menina que ela disse, não
E eu corri pra o violão num lamento, e a manhã nasceu azul
Como é bom poder tocar um instrumento
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel
Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta, sem certeza, tudo o que viveu
Que gostava de política em 1966
E hoje dança no Frenetic Dancing Days
Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair
Com alguns homens foi feliz, com outros foi mulher
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor
E espalhado muito prazer e muita dor
Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar
Porque ela vai ser o que quis, inventando um lugar
Onde a gente e a natureza feliz vivam sempre em comunhão
E a tigresa possa mais do que o leão
As garras da felina me marcaram o coração
Mas as besteiras de menina que ela disse, não
E eu corri pra o violão num lamento, e a manhã nasceu azul
Como é bom poder tocar um instrumento
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Música
I´m yours - Jason Mraz
Well, you done, done me and you bet I felt it
I tried to be chill but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks, now I'm trying to get back
Before the cool done run out, I'll be giving it my bestest
And nothing's gonna stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some
But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours
Well, open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love, love, love, love
Listen to the music of the moment people dance and sing
We're just one big family
And it's our God-forsaken right to be loved
Loved, loved, loved, loved
So I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm sure
There's no need to complicate, our time is short
This is our fate, I'm yours
D-d-do you, but you, d-d-do
But do you want to come on?
Scooch on over closer dear
And I will nibble your ear
I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bending over backwards just to try to see it clearer
But my breath fogged up the glass
And so I drew a new face and laughed
I guess what I'm saying is there ain't no better reason
To rid yourself of vanities and just go with the seasons
It's what we aim to do, our name is our virtue
But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait I'm yours
Come on and open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find that the sky is yours
So please don't, please don't, please don't
There's no need to complicate
Cause our time is short
This is, this is, this is our fate, I'm yours!
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Música
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Medianeras
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Cinema,
Imagética,
Literatura
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti
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Literatura
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Na manha do gato...
Coelho para os astrólogos chineses e japoneses, Gato, para os vietnamistas, este é um signo marcado pela sorte, pelo mistério, pela ambiguidade.
O mais prudente de todos os signos animais, o Coelho é, antes de tudo, um pacifista. Em virtude da sua necessidade de harmonia e paz interiores, afasta-se de tudo o que possa trazer complicação, envolvimento, intranquilidade. Tenta manter, e em geral com bastante sucesso, a própria calma, contornando os problemas mais intrincados com inteligência e vivacidade. Mas o Coelho raramente se defronta com uma situação complicada.
Seu espírito é reservado, conservador, amante das artes. Seja qual for o tipo de vida escolhida, o Coelho sempre estará rodeado de objetos de bom gosto, de valor e requinte. Ele é conhecido pelo seu admirável tino comercial que, aliado ao seu amor pelo conforto, permite-lhe um rápido desenvolvimento financeiro.
O Coelho aprecia a própria independência e, mesmo na vida em família, evita envolvimentos mais profundos. Não que seja indiferente a esse tipo de coisas, ele simplesmente valoriza a vida alheia como valoriza a própria tranquilidade. Em geral, o Coelho não é muito perseverante e, quando percebe que vive sob pressão de problemas insolúveis, não hesita em deixar tudo para trás.
A solidão não chega a ser um problema para o nativo deste signo. O Coelho pode, e muitas vezes prefere, viver perfeitamente bem quando só e é bastante feliz, desde que esteja rodeado pelos objetos que ativam suas mais doces recordações. O Coelho reverencia tudo o que tenha alguma ligação com o passado e, em especial, com a sua infância.
Gentil e cortês, gosta de ser tratado com a mesma atenção com que trata os outros. É amigo afetuoso e protetor, e não mede esforços para simplificar a vida das pessoas. Nem demasiadamente possessivo, nem de todo indiferente, é o tipo de amigo com que se pode contar sempre. Discreto, evita fazer críticas ou meter-se onde não é chamado. Isso faz com que seja popular e apreciado por todos os que o conhecem. Contudo, como gosta de paz, afasta-se das amizades que possam ameaçar a sua tranquilidade.
Muito consciente de suas possibilidades, possui uma inabalável auto-estima. Detesta receber críticas, pois conhece, mais do que ninguém, suas próprias limitações e não precisa que ninguém lhe aponte os defeitos.
O Coelho pode ser maníaco pela ordem e a limpeza. Em geral, um típico nativo desse signo prefere o aconchego do lar às viagens que não lhe garantam conforto. Gosta de saber onde estão suas coisas e é muito apegado ao seu cantinho.
A harmonia do meio ambiente é vital para que o Coelho possa dar vazão à sua criatividade. Seja nos afazeres domésticos, seja no trabalho, seja na escola, o Coelho precisa de ordem para ser produtivo. Enfim, dá o máximo de si quando o mundo à sua volta não apresenta nenhuma ameaça ao seu refinado senso estético.
O Coelho pode parecer tímido e recatado. Apesar de ser muito suscetível à opinião dos outros, não sai em busca de aplausos. Gosta mais de refletir do que de falar. Seu gosto pela meditação afasta-o muitas vezes da família ou de seu círculo social. Contudo, apesar de seu temperamento retraído, é bastante observador e meticuloso.
No seu aspecto negativo, torna-se vaidoso e superficial. Conhece um pouco de tudo, é capaz de discutir sobre qualquer assunto, mas não de forma profunda. De qualquer modo, tudo o que disser terá a marca do bom senso e do cuidado.
Apesar de ser profundamente avesso às competições, à pressa e às brigas, o Coelho é muito capaz de defender os seus próprios interesses. Hábil, esperto, usa dos artifícios mais requintados para conseguir o que deseja; mas, no que diz respeito ao amor, prefere a sedução tranquila aos combates apaixonados.
As táticas subversivas do Coelho são famosas. Quando se sente ameaçado, em vez de atacar na linha de frente, o nativo deste signo escolhe uma pessoa mais combativa para representá-lo.
Para o Coelho típico, as reclamações e as queixas são sinais de fraqueza. Por isso, evita envolver outras pessoas em seus sofrimentos pessoais, que são tratados com muita reserva e discrição.
Apesar de ter uma constituição forte e saudável, o Coelho preocupa-se muito com a própria saúde. No entanto, raramente fala sobre suas dificuldades e inadequações com pessoas que não conhece bem.
O nativo de Coelho possui uma visão realista do mundo e da vida. Raramente se deixa enganar pelas aparências ou pelas palavras floreadas. Por isso, não ilude e não gosta de ser iludido.
Pense na paz e na serenidade, é a principal característica deste animal. Provavelmente dessa procura de tranquilidade surge a observação aguçada que faz do Coelho um atento observador de detalhes, e as conclusões que tira deles são sempre apuradas.
É um pouco narcisista e se orgulha dos amigos e das pessoas mais próximas. É sensível e deixa que esta qualidade apareça em tudo o que faz. No amor é discreto, não demonstra afeto abertamente, e tem um grande poder de sedução.
http://www.girafamania.com.br/montagem/horoscopo-chines.htm#gato
O mais prudente de todos os signos animais, o Coelho é, antes de tudo, um pacifista. Em virtude da sua necessidade de harmonia e paz interiores, afasta-se de tudo o que possa trazer complicação, envolvimento, intranquilidade. Tenta manter, e em geral com bastante sucesso, a própria calma, contornando os problemas mais intrincados com inteligência e vivacidade. Mas o Coelho raramente se defronta com uma situação complicada.
Seu espírito é reservado, conservador, amante das artes. Seja qual for o tipo de vida escolhida, o Coelho sempre estará rodeado de objetos de bom gosto, de valor e requinte. Ele é conhecido pelo seu admirável tino comercial que, aliado ao seu amor pelo conforto, permite-lhe um rápido desenvolvimento financeiro.
O Coelho aprecia a própria independência e, mesmo na vida em família, evita envolvimentos mais profundos. Não que seja indiferente a esse tipo de coisas, ele simplesmente valoriza a vida alheia como valoriza a própria tranquilidade. Em geral, o Coelho não é muito perseverante e, quando percebe que vive sob pressão de problemas insolúveis, não hesita em deixar tudo para trás.
A solidão não chega a ser um problema para o nativo deste signo. O Coelho pode, e muitas vezes prefere, viver perfeitamente bem quando só e é bastante feliz, desde que esteja rodeado pelos objetos que ativam suas mais doces recordações. O Coelho reverencia tudo o que tenha alguma ligação com o passado e, em especial, com a sua infância.
Gentil e cortês, gosta de ser tratado com a mesma atenção com que trata os outros. É amigo afetuoso e protetor, e não mede esforços para simplificar a vida das pessoas. Nem demasiadamente possessivo, nem de todo indiferente, é o tipo de amigo com que se pode contar sempre. Discreto, evita fazer críticas ou meter-se onde não é chamado. Isso faz com que seja popular e apreciado por todos os que o conhecem. Contudo, como gosta de paz, afasta-se das amizades que possam ameaçar a sua tranquilidade.
Muito consciente de suas possibilidades, possui uma inabalável auto-estima. Detesta receber críticas, pois conhece, mais do que ninguém, suas próprias limitações e não precisa que ninguém lhe aponte os defeitos.
O Coelho pode ser maníaco pela ordem e a limpeza. Em geral, um típico nativo desse signo prefere o aconchego do lar às viagens que não lhe garantam conforto. Gosta de saber onde estão suas coisas e é muito apegado ao seu cantinho.
A harmonia do meio ambiente é vital para que o Coelho possa dar vazão à sua criatividade. Seja nos afazeres domésticos, seja no trabalho, seja na escola, o Coelho precisa de ordem para ser produtivo. Enfim, dá o máximo de si quando o mundo à sua volta não apresenta nenhuma ameaça ao seu refinado senso estético.
O Coelho pode parecer tímido e recatado. Apesar de ser muito suscetível à opinião dos outros, não sai em busca de aplausos. Gosta mais de refletir do que de falar. Seu gosto pela meditação afasta-o muitas vezes da família ou de seu círculo social. Contudo, apesar de seu temperamento retraído, é bastante observador e meticuloso.
No seu aspecto negativo, torna-se vaidoso e superficial. Conhece um pouco de tudo, é capaz de discutir sobre qualquer assunto, mas não de forma profunda. De qualquer modo, tudo o que disser terá a marca do bom senso e do cuidado.
Apesar de ser profundamente avesso às competições, à pressa e às brigas, o Coelho é muito capaz de defender os seus próprios interesses. Hábil, esperto, usa dos artifícios mais requintados para conseguir o que deseja; mas, no que diz respeito ao amor, prefere a sedução tranquila aos combates apaixonados.
As táticas subversivas do Coelho são famosas. Quando se sente ameaçado, em vez de atacar na linha de frente, o nativo deste signo escolhe uma pessoa mais combativa para representá-lo.
Para o Coelho típico, as reclamações e as queixas são sinais de fraqueza. Por isso, evita envolver outras pessoas em seus sofrimentos pessoais, que são tratados com muita reserva e discrição.
Apesar de ter uma constituição forte e saudável, o Coelho preocupa-se muito com a própria saúde. No entanto, raramente fala sobre suas dificuldades e inadequações com pessoas que não conhece bem.
O nativo de Coelho possui uma visão realista do mundo e da vida. Raramente se deixa enganar pelas aparências ou pelas palavras floreadas. Por isso, não ilude e não gosta de ser iludido.
Pense na paz e na serenidade, é a principal característica deste animal. Provavelmente dessa procura de tranquilidade surge a observação aguçada que faz do Coelho um atento observador de detalhes, e as conclusões que tira deles são sempre apuradas.
É um pouco narcisista e se orgulha dos amigos e das pessoas mais próximas. É sensível e deixa que esta qualidade apareça em tudo o que faz. No amor é discreto, não demonstra afeto abertamente, e tem um grande poder de sedução.
http://www.girafamania.com.br/montagem/horoscopo-chines.htm#gato
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